A Polícia Civil de Itajaí confirmou que Juliana Ferraz, acusada dos disparos que tiraram a vida do personal trainer Guilherme Montani, de 34 anos, foi presa pela polícia de Campo Mourão, onde estaria escondida desde o dia do crime. Segundo as informações, a suspeita permaneceu foragida por meses, possivelmente abrigada na casa de parentes.
A prisão ocorreu após o trabalho de investigação e troca de informações entre as forças de segurança. A Polícia Civil de Itajaí informou que um relatório completo com os detalhes da captura e dos próximos encaminhamentos será divulgado em breve.
No fim do ano passado, a defesa da acusada chegou a declarar que ela se apresentaria espontaneamente para prestar esclarecimentos e contar sua versão dos fatos. Na ocasião, a advogada afirmou que Juliana negava a autoria do crime e que teria deixado a cidade por medo de represálias.
Com a prisão confirmada, o caso entra agora em uma nova fase, com expectativa de avanço no processo e esclarecimento definitivo sobre as circunstâncias do homicídio que chocou Itajaí.